02 anos de #EuApoioLeiteMaterno

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2015, Dia das Mães: data em que lançamos oficialmente o Movimento #EuApoioLeiteMaterno.  Minha intenção, ao abordar o tema aleitamento materno diariamente, era a de refletirmos um pouco sobre as estatísticas brasileiras relacionadas ao tema:

  • Taxa de aleitamento na sala de parto – 65%;
  • A média de aleitamento materno exclusivo no Brasil é de 54 dias;
  • Apenas 41% das crianças estão em aleitamento materno exclusivo aos 6 meses;
  • A média de duração de aleitamento materno no Brasil é de 11 meses e 20 dias.

Na época de lançamento do projeto fiz os seguintes questionamentos:

“O que aconteceria se durante um ano (maio de 2015 a maio de 2016) pudéssemos abordar, todos os dias, a importância do aleitamento materno? Certamente, iríamos inundar o país de leite materno!” 

Dois anos depois, posso dizer que estamos na trilha certa da mobilização social sobre o tema. Nossa fanpage (https://www.facebook.com/euapoioleitematerno/) reúne hoje 55 mil interessados. Nosso blog (https://euapoioleitematerno.wordpress.com/) conta com 96 mil leitores. Nosso perfil no Instagram (https://www.instagram.com/euapoioleitematerno/) congrega 13 mil seguidores. Nosso canal no You Tube contabiliza 31 vídeos sobre aleitamento materno e 11 mil visualizações. Toda essa mobilização é em torno de um único tema: aleitamento materno.

Além disso, recebo diariamente dezenas de fotos de mães amamentando e relatando suas histórias de aleitamento materno. Todas desejam compartilhar suas experiências. Isso sem contar os e-mails, mensagens inbox e comentários com dúvidas, angústias, alertas, pedidos e solicitações relativas ao tema que fazem parte do meu dia-a-dia.

Podemos parar agora? Podemos retroceder? Evidentemente, não. Vamos adiante! E que fique muito claro: nosso objetivo ainda é estimular, sensibilizar, de forma positiva e sem agressões, sem ameaças, sem discriminações o aleitamento materno. Quem quiser pode se unir ao Movimento #EuApoioLeiteMaterno. Mães que amamentam e mães que não amamentam têm a mesma voz. Ninguém é menos mãe ou mais mãe por amamentar ou por não amamentar… Quem não amamentou ou não amamenta hoje pode, em uma próxima gestação, vir a amamentar. E mesmo que não haja uma próxima oportunidade, qualquer mãe, qualquer mulher, qualquer pessoa (inclusive homens) pode ser um multiplicador das nossas informações.

Vamos não só fazer a diferença. Vamos ser a diferença. Comemoro e compartilho com vocês todas as atividades do Movimento #EuApoioLeiteMaterno. 

 

Dr. Moises Chencinski

Pediatra e Homeopata

CRM-SP 36.349

 

 

 

 

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